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quarta-feira, 15 de março de 2017

CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA, MANIFESTAÇÕES ACONTECEM EM TODO O PAÍS

Salvador, manifestantes invadem Av. Iguatemi
Manifestações atingem todo o País nesta quarta-feira (15) com a participação de diversas categorias. Além de metroviários e motoristas de ônibus, também participam bancários, químicos, metalúrgicos, estudantes e professores. Os protestos devem ocorrer ao longo de todo o dia, especialmente nas capitais e em Brasília.
As manifestações desta quarta-feira foram organizados pelas centrais sindicais, além de movimentos como CUT, CTB, CNTE, Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo. Centros estudantis participam, tais como o diretório acadêmico da USP, que já deram início a manifestações às 6h desta quarta-feira.

Na capital paulista, a manifestação se concentrará na Avenida Paulista, às 16h, em frente ao MASP, com saída marcada para as 17h. Outras categorias como servidores da Sabesp, dos Correios e da Polícia Civil também devem participar dos protestos na cidade. No Rio de Janeiro, o ato começará às 16h, na Candelária. Já em Brasília, os protestos estavam marcados para começar durante a manhã, na Catedral Metropolitana. Em Salvador, manifestantes ocuparam a Avenida Iguatemi, parando o trânsito do local.
Na cidade de Sorocaba, interior de São Paulo, os rodoviários decidiram aderir à greve geral e não retiraram os ônibus das garagens no início da manhã desta quarta. Em diferentes rodovias, militantes interromperam o tráfego com barreiras de pneus.
Contra Reforma da Previdência e Trabalhista
Em nota oficial, a CUT afirma que a greve geral acontece para questionar o governo de Michel Temer e sua proposta de Reforma da Previdência e a Reforma Trabalhista, em tramitação no Congresso Nacional, assim como o Projeto de Lei que libera a terceirização.

“O aumento da idade mínima para 65 anos e a definição de tempo de contribuição em 49 anos para receber o benefício integral da aposentadoria são propostas vergonhosas da Reforma da Previdência, e atingem principalmente os que mais precisam, aqueles que começam a trabalhar antes e em piores condições. Também não aceitaremos as mudanças nas regras da aposentadoria de trabalhadores rurais e dos professores, medidas injustas que aprofundarão a profunda desigualdade social já existente no país”, escreveu a central em nota.
                

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