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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

O DÉSPOTA E A COLETIVIDADE

O governo do tirano é o mais frágil dos governos; esta frase atribuída a  Montesquiel pode estar inserida no seu livro 'Espírito das Leis'. Não me recordo, provavelmente sim. 
Aproveitando, aqui vamos passear dentre os três regimes ali estudados, e pela figura que mais nos chama atenção, que é o déspota. Para governar ele necessita do terror, da força bruta, da opressão para dominar; para o déspota não há limites; mas é justamente nessa tríade que seu governo se esvai.
Esse comportamento despótico pode estar bem junto a nós, como exemplo na figura do psicopata, do mitômano, aquele que usa da mentira para ofender gravemente ou causar dano. Ele pode brutalizar uma ou um grupo de pessoas, mas também encontra meios de levar sua nocividade à toda uma coletividade.
O que fazer?
(Paulo César Pereira - Paulão)

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